Como criar um FIDC: entenda o conceito e confira uma alternativa mais vantajosa

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Neste conteúdo, você vai descobrir como criar um FIDC, e também vamos te apresentar o conceito e as desvantagens dessa alternativa de investimento

Está pensando em conquistar rentabilidade e quer saber como criar um FIDC

Neste material, você terá acesso a diversas informações relevantes sobre o assunto, e poderá compreender o conceito, entender como funciona e descobrir tudo o que é necessário para colocar essa operação financeira em prática.

Além do mais, também vamos te mostrar uma outra solução que apresenta mais vantagens para quem deseja entrar nesse segmento. Vamos lá?

FIDC: afinal, o que é? 

Antes de criar o próprio FIDC, é preciso ter consciência plena do seu conceito.

FIDC, ou Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, é uma alternativa de investimento que consiste na aplicação de títulos de crédito, que tem como base o contas a receber de uma organização.

Trata-se da união de um grupo de investidores que, juntos, disponibilizam recursos financeiros para que determinada empresa possa antecipar seus recebíveis, em troca de uma taxa pré-determinada. 

Ou seja, enquanto a empresa recebe os recursos de forma adiantada, os investidores recebem, posteriormente, o dinheiro de volta com o lucro do valor corrigido.

Vale dizer que 50% do patrimônio líquido desse fundo deve ser contemplado por direitos creditórios. 

Como funciona um FIDC? 

Os FIDCs podem apresentar dois modelos de negócio, o aberto e o fechado, e também podem ter prazos de duração determinados ou indeterminados.

Todo FIDC, sem exceção, apresenta um regulamento que determina a política de investimento do fundo, contemplando tópicos como os critérios de composição e de diversificação da carteira, os riscos de crédito, os riscos do mercado, entre outros.

Além do mais, também é preciso pontuar os pilares da estruturação de um FIDC, que envolvem um total de 5 figuras imprescindíveis para o processo. Confira abaixo: 

  • Cedente: empresa titular dos direitos creditórios;
  • Estruturadores: instituição responsável por dar sequência nos procedimentos do FIDC;
  • Custodiante: instituição financeira que gerencia os valores a receber, e que é responsável pela custódia do fundo;
  • Administrador: responsável direto pelo FIDC;
  • Cotistas: investidores do fundo.

Como criar um FIDC?  

A complexidade de criação é, sem dúvidas, uma das principais desvantagens de um FIDC, afinal, sua constituição depende de diversas entidades envolvidas.

Por isso, além de te explicar os processos necessários para abrir um FIDC, também vamos te apresentar uma alternativa menos burocrática e com muito mais vantagens, por isso, não deixe de ler até o final.

Abertura de um FIDC

Para iniciar o procedimento de abertura, é preciso analisar a estrutura viável da empresa, e definir com qual modelo de composição ela irá trabalhar (aberto ou fechado).

Também é necessário realizar o cadastro nos órgãos reguladores, e definir a composição de governança corporativa, que inclui o banco gestor, banco custodiante, banco administrador e auditoria.

Após executar esses passos, é preciso adquirir um software para realizar as operações, e investir na contratação da equipe (contemplando o operacional interno e o time comercial).

Todo esse procedimento tende a demorar entre 12 e 24 meses para ser finalizado, e possui um custo médio de R$80.000,00.

Gestão de um FIDC

De acordo com a instrução nº356 da CVM, a constituição de um FIDC necessita de:

  • Auditor independente
  • Agência de Rating 
  • Custodiante
  • Administradora/Gestora 

Com isso, é esperado um custo médio mensal de R$50.000,00 para manter essa operação ativa.

Operação

A liberação das operações é feita pelos órgãos reguladores, normalmente em até 3 dias, com base nas limitações do tipo de FIDC escolhido, e da análise simples do cedente/sacado;

As taxas de operação passam pela aprovação do conselho e dos órgãos reguladores, e os gastos de prospecção e estruturação saem do seu bolso. 

A partir disso, é possível afirmar que o breakeven da operação é atingido quando o FIDC começa a movimentar R$ 15 milhões mensalmente, a uma taxa de 2% a.m.

Rentabilidade

No quesito rentabilidade, o FIDC apresenta algumas características importantes. Primeiramente, o saque dos lucros só pode ocorrer ao final do contrato de encerramento do fundo, além disso, 50% do valor integralizado deve ser liquidado nos primeiros 90 dias.

Vale dizer que o FIDC não apresenta nenhuma tributação, por outro lado, os cotistas dos FIDCs estão suscetíveis a pagarem o IRRF.

Conclusão

Ou seja, criar um FIDC pode sim ser uma boa opção, principalmente para quem possui muitos recursos para investir. Além do mais, ela também pode apresentar ótimos números, principalmente se você tiver a chance de dedicar bastante tempo durante a estruturação.

Contudo, sabemos que essa não é a realidade de todos, por isso, queremos te apresentar uma alternativa muito mais rápida, repleta de vantagens, com 80% menos burocracia e por um preço muito menor.

Nós, da Bankme, criamos uma solução exatamente assim, ideal para quem deseja desfrutar de uma alta rentabilidade, sem precisar enfrentar tantos processos complexos, caros e demorados.

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